Concursos

Quarto Concurso Cultural (encerrado)

Para ganhar “Todos os Fogos o Fogo”, de Julio Cortázar, é preciso escrever um texto criativo sobre LOUCURA. Os textos devem ter no máximo CINCO FRASES.

Os textos devem ser enviados para o e-mail vbencz@gmail.com até 31/5!

Os três melhores serão colocados em votação aqui no blog! Boa sorte a todos!

VENCEDOR:

LOUCURA

Entre o sono e a vigília, remontei a trajetória da existência. Diversos quadros que, mesmo distantes, permaneciam dinâmicos e gritando dentro de mim. A contenda se situava nas escolhas pretéritas, no desenrolar dos desejos, na anulação dos frêmitos, na incompletude de ser. E, ao recuar no tempo, mais compreendia o que não era meu e, desse modo, violentava-me compulsoriamente, como se não houvesse mais alternativas. E sem experiência nova que alçasse voo futuro, o que se tinha era uma matéria plasmada no vazio.

(Jéferson Dantas)

Terceiro Concurso Cultural (encerrado)

Tema: fim de algo.

Desta vez, o tamanho do texto e o formato (prosa/verso) ficam por sua conta. Não há restrição; apenas na temática.

Prêmio: versão antiga de “A Casa dos Espíritos”, da Isabel Allende.

Mande seu texto para vbencz@gmail.com até 16/2/12. Os três melhores ficarão em votação por uma semana.

Se você não for de Joinville, não se preocupe – mando o livro por correio.

 

Segundo Concurso Cultural (fechado)

Prêmio: “Contos”, da Katherine Mansfield.

Vencedor: Jéferson Dantas, de Florianópolis (SC)

Texto:

Garotos–guindaste

amassam meninas-libélula

na esquina fria e suja.

Os olhos-antena

e a náusea da cidade-ilha.

Tramas e desejos da noite…

Primeiro Concurso Cultural (fechado em 6/1/2012)

Prêmio: “Cem Anos de Solidão”

Objetivo: escrever um texto com até quatro frases sobre o que se passa na sua cabeça, nos momentos de distração.

Texto contemplado:

Percepção

Enquanto dedilhava as claras mechas de cabelo numa rara trança encravada na cabeça, se dava conta de como, na verdade, era o tempo seu verdadeiro senhor. Dono do girar da terra, da luz do sol, das rugas e dores, o tempo imperava imponente sobre aquele que costumava ser o seu único deus, o amor. Ali, entre o toque do corpo no próprio corpo, do encontro do que havia em si com a solidão, ela percebeu, atônita: é ao tempo que o amor pertence. Sem forças, prendeu as pontas das mechas, calçou os sapatos, trocou aquele deus de esperanças por um senhor impiedoso, cheio de regras severas – que joga com seu passado, presente e futuro -, e nunca mais foi a mesma.

Campeã: Pollyanna Niehues

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